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Campanha Clube P

Dias 12 e 13 de Junho

Publicações exclusivas para sócios do Clube P. 40% de desconto! Apenas nos dias 12 e 13 de Junho.
Para beneficiar desta campanha, na encomenda informe, por favor, o seu número de sócio do Clube P.


Revista-Oriente-nº-26.jpg  REVISTA ORIENTE Nº 26
Direct. João de Deus Ramos; Coord. ed. Dulce Afonso
Lisboa: Fundação Oriente, 2018
147 pag.
15€
Sócios Clube P – Público = 9€

  • 30 Anos / Fundação Oriente – 10 Anos / Museu do Oriente – Emissão Filatélica Comemorativa CTT
  • Museu do Oriente. Em nome da diversidade das expressões culturais – Maria Manuela d’Oliveira Martins
  • India and Gandhi in today’s world – Rajmohan Gandhi
  •  Património português no Golfo Pérsico – Cátedra UNESCO “Património dos Oceanos”
  • The course of true never ran smooth. A recepção de Shakespeare na China e a imagem da modernidade chinesa – Francisco Luís Parreira
  • Notes from a vanished Daman – Robert S. Newman
  • Espólio Trindade na Fundação Oriente – Goa, India – Fátima da Silva Gracias
  • Os Teatinos em Goa, o Grão-Duque Cosimo III de Florença, Itália, e Guarino Guarini: a invenção do barroco no retábulo das igrejas de Goa – Mónica Esteves Reis
  • The church and convent of the Tertiary Carmelites in Chimbel, Goa: field, survey and historical notes – Sidh Losa Mendiratta / Fernando Dias Velho
   
Macau-Histórico.jpg  MACAU HISTÓRICO
Carlos Augusto Montalto de Jesus
Macau, Livros do Oriente, 1990
350 pag.
15€
Sócios Clube P – Público = 9€

Reveste-se de grande importância e significado, pois que constitui como que uma reabilitação, embora tardia, do seu autor.
Os portugueses vão assim, e finalmente, ter a oportunidade de ler na sua própria língua e de julgar uma “edição maldita” cujos exemplares, quando foi posta à venda em Macau, foram apreendidos e confiscados aos que já os possuíam para serem destruídos pelo fogo em auto-de-fé.
O seu autor caiu em desgraça. Isto aconteceu em Macau nos idos de 1926, ano em que, em Portugal, foi posto fim à I República, substituída pela Ditadura Militar. Era o “28 de Maio”. Poucos meses depois pobre e desolado, por lhe ter sido negada a justiça que solicitara aos tribunais, Montalto de Jesus morria, em Março de 1927, em Hong-Kong, numa casa de caridade que o tinha acolhidos.
Pouco são os exemplares desta 2ª edição “maldita” que escaparam à fogueira. Praticamente só os que foram enviados pelo Autor aos seus patrícios e amigos em Hong-Kong e Xangai e os escondidos no fundo das velhas arcas de antigas famílias macaenses, que os conservaram qual tesouro.
   
Catálogo-A-Cidade-Proibida.jpg
  CATÁLOGO A CIDADE PROIBIDA: A CULTURA NA CORTE DOS IMPERADORES CHINESES (1644-1911)
Lisboa, Fundação Oriente, 1992
250 pag
30€
Sócios Clube P – Público = 18€

A exposição foi realizada na Galeria do rei D. Luís, no Palácio da Ajuda, em 1992.
As cerimónias imperiais, os preceitos e rituais, as viagens de inspecção e caçadas, os interesses artísticos, o estilo de vida na corte, a cultura e os passatempos no Palácio Imperial são dados a conhecer através de um conjunto de cem peças de vestuário, de acessórios e ornamentos, de mobiliário, de armaduras e de pinturas dos legados da Dinastia Qing que constituem as raras e magníficas colecções do Museu do Palácio de Pequim.
   
Embaixada-de-D.-João-V-de-Portugal.jpg  EMBAIXADA DE D. JOÃO V DE PORTUGAL AO IMPERADOR YONGZHENG DA CHINA (1725-1728)
Coord. António Vasconcelos de Saldanha; Anot. Mariagrazia Russo
Lisboa, Fundação Oriente, 2005
337 pag.
15€
Sócios Clube P – Público = 9€

A ascensão ao trono do imperador Yongzheng, em 1723, serviu de mote para o envio, por D. João V, duma embaixada à Corte de Pequim (1725-1728). Nas instruções dadas pelo monarca ao seu embaixador, Alexandre Metelo de Sousa e Meneses, assumiam lugar de destaque a defesa do Padroado Português e da acção missionária da Companhia de Jesus, num período de absoluta clivagem dos religiosos católicos na China e de cerrada hostilidade que lhes era movida pelo poder central chinês.
O principal documento consiste no relatório preparado por Metelo após o seu regresso ao reino, em 1729, no qual apresentava ao rei o resultado da sua missão, expondo pormenorizadamente os objectivos do soberano e a actuação possível.
Acrescenta-se um pequeno conjunto de outros relatórios e cartas. Nestas fontes encontram-se elementos de interesse para o estudo do Padroado Português e da missionação na China (nomeadamente sobre a Controvérsia dos Ritos Chineses) e restante Ásia Oriental, bem como das relações diplomáticas Portugal-China e da história de Macau.
   
500-Anos-de-Contactos-Luso-Chineses.jpg  500 ANOS DE CONTACTOS LUSO-CHINESES
Autor – Fernando Correia de Oliveira
Lisboa, Público, Fundação Oriente, 1998
264 pag.
10€
Sócios Clube P – Público = 6€


O primeiro contacto luso-chinês ter-se-á dada ao largo de Malaca, há quse meio milénio. Os “chins” comiam “vianda de toda a espécie”, o que foi um alívio para quem, até então, encontrara e lutara contra povos cuja religião tinha tabús alimentares.
Foi um diálogo pioneiro, entre os extremos ocidental e oriental da grande massa euro-asiática. Sabia que houve um Vasco da Gama chinês avant la lettre, que poderia ter invertido o curso da História? Ou que o primeiro embaixador chinês enviado a Portugal, com o grau de mandarim era…português? Que o poderoso imperador Kangxi ficou muito impressionado com um leão africano que os lusos lhe deram de presente em 1678? Ou que houve dois bispos de Beijing que eram portugueses? Sabe como chegou às mãos de Eça, admirador confesso da covilização sínica, um genuíno fato de mandarim com o qual ele pousou para uma célebre fotografia? Ou que Salazar esteve quase a enviar Jorge Jardim à República Popular da China, em missão secreta, para o restabelecimento de relações diplomáticas? É dos contactos, encontros e desencontros, entre portugueses e chineses no último meio milénio que este livro trata.
   
Povos-de-Timor,-Povo-de-Timor.jpg
  POVOS DE TIMOR, POVO DE TIMOR: VIDA, ALIANÇA, MORTE
Lisboa, Fundação Oriente, Instituto de Investigação Científica Tropical, 1992
167 pag.
Trilingue (português / inglês / francês).
20€
Sócios Clube P – Público = 12€

Concebida em conexão com o colóquio internacional “Antropologia Timorense: Produções, Linguagens” – reunido no Museu de Etnologia de Lisboa de 12-16 de Dezembro de 1989 a quase totalidade dos investigadores tendo trabalhado continuamente até 1975 em/sobre Timor ou tomando então/desde-então Timor como referência essencial –, a presente exposição põe em evidência as solidariedades induzidas entre os grupos da zona oriental de Timor por elementos de organização interna e por um passado histórico comum.
O catálogo responde à impossibilidade de reproduzir a integralidade dos bens expostos, pela selecção fotográfica de “objectos-chave” cujas legendas remetem para outras legendas, para outros componentes, suprindo parcialmente o vazio deixado pela ausência das colecções, a fotografia faz-nos penetrar na intimidade física de uma sociedade por ora inacessível a muitos dos seus por nascimento ou eleição.

Todos os preços anunciados nesta campanha têm incluído o desconto de 40% e os portes de envio gratuitos para Portugal Continental.

Para adquirir ou solicitar mais informações pode contactar-nos pelo telefone ou por email. Ou, se preferir, dirigir-se à Loja do Museu do Oriente.

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
Museu do Oriente | Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
1350-352 Lisboa
Telefone: 213585218
E-mail: centro.documentacao@foriente.pt

Ao fim-de-semana, contacte por favor a LOJA DO MUSEU através do telefone: 213585243

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