Sabias que no Museu há várias representações de peixes? Vamos à procura desses animais pelas exposições — alguns reais, outros míticos — pelas exposições, explorando biombos, a casa japonesa e até objectos ligados a rituais. Pelo caminho, vamos descobrir histórias escondidas e significados surpreendentes. Depois, focar-nos-emos num dos animais mais emblemáticos do Japão: a carpa (Koi). Mais do que um simples peixe, ela é símbolo de coragem, força e perseverança, pois nada contra a corrente, sem nunca desistir.
Agora imagina: uma carpa colorida a subir um rio cheio de correntezas. Cada salto é um desafio, cada remoinho uma prova de coragem… Como terá conseguido ultrapassar tantos obstáculos? E será que houve uma recompensa? Segundo a lenda, ao vencer todas as adversidades, a carpa transformou-se num magnífico dragão dourado — símbolo máximo de superação.
Ao longo desta oficina, vamos reunir pistas e ideias que nos ajudarão a criar a nossa própria carpa/dragão tridimensional — poderosa, única e cheia de energia! Estarás tu também pronto para lutar pelos teus objectivos?
Em caso de desistência: Haverá lugar ao reembolso do valor total da inscrição quando a desistência for comunicada até 8 dias úteis antes da actividade. Depois dessa data, o reembolso só poderá ser considerado se o lugar for preenchido ou em situações de doença, acidente, ou outros imponderáveis de força maior, devidamente comprovados. Caso a actividade não se realize por falta de participantes, ou por outro motivo, o valor da inscrição será devolvido na sua totalidade.
Para mais informações contactar servico.educativo@foriente.pt.
Licenciada em Pintura com formação profissional em fotografia, trabalha como ilustradora e mediadora cultural, mas gosta de se apelidar de criativa, que de todos os materiais que chegam até si, todos os que pode cortar e colar, fazem de si o que é, alguém que gosta de pegar numa coisa e transformá-la noutra coisa qualquer. A sua relação com o papel mudou para sempre, com uma formação de Pop Up, modelos de dobragens em papel que, por tradição, estão dentro de um livro e que abrem quando queremos. Mas em que outros contextos estas dobragens funcionariam?” E com esta pergunta e com muitos erros, construiu mecanismos com roldanas e partes que abrem, como nos livros, mas de uma forma diferente. O atelier com crianças, tem sido o lugar por excelência, onde a experimentação do papel acontece, de uma forma mais livre e honesta. É pela mediação que leva estas formas de fazer a outros e na partilha, traz consigo novos olhares que se fundem na sua exploração pessoal.