Seguindo os valores do Xintoísmo, os japoneses veneram a Natureza e todos os espíritos que nela habitam, e sabem que nada é permanente, celebrando assim cada momento. Anualmente, acontece um fenómeno natural encantador, chamado Hanami, o florescimento das cerejeiras que marca a renovação, após um longo Inverno. Conhecida como Sakura, a flor da cerejeira é um dos símbolos mais conhecidos do Japão, simbolizando a impermanência da vida. A sakura é também um símbolo associado aos famosos guerreiros japoneses, os samurais.
Ao longo das quatro sessões:
Esta será uma aventura que nos possibilitará, recriar o mundo japonês aos nossos olhos, como contadores de histórias, artistas plásticos, exploradores e construtores.
Em caso de desistência:
Haverá lugar ao reembolso do valor total da inscrição quando a desistência for comunicada até 8 dias úteis antes da actividade. Depois dessa data, o reembolso só poderá ser considerado se o lugar for preenchido ou em situações de doença, acidente, ou outros imponderáveis de força maior, devidamente comprovados.
Caso a actividade não se realize por falta de participantes, ou por outro motivo, o valor da inscrição será devolvido na sua totalidade. Para mais informações contactar servico.educativo@foriente.pt
Licenciada em Pintura com formação profissional em fotografia, trabalha como ilustradora e mediadora cultural, mas gosta de se apelidar de criativa, que de todos os materiais que chegam até si, todos os que pode cortar e colar, fazem de si o que é, alguém que gosta de pegar numa coisa e transformá-la noutra coisa qualquer. A sua relação com o papel mudou para sempre, com uma formação de Pop Up, modelos de dobragens em papel que, por tradição, estão dentro de um livro e que abrem quando queremos. Mas em que outros contextos estas dobragens funcionariam?” E com esta pergunta e com muitos erros, construiu mecanismos com roldanas e partes que abrem, como nos livros, mas de uma forma diferente. O atelier com crianças, tem sido o lugar por excelência, onde a experimentação do papel acontece, de uma forma mais livre e honesta. É pela mediação que leva estas formas de fazer a outros e na partilha, traz consigo novos olhares que se fundem na sua exploração pessoal.