O Dia Mundial da Terra, celebrado a 22 de Abril, relembra-nos a importância de preservar o planeta em que vivemos. Uma das formas de o fazer é reaproveitando os diversos materiais que usamos diariamente.
Já imaginou quanto papel e cartão gasta diariamente? Se, à primeira vista, não têm nada para oferecer depois de usados, quando seleccionados e preparados, papel e cartão tornam-se matéria-prima excepcional para criações surpreendentes.
Nesta oficina, reutilizaremos papel e cartão para construir um arquivo, através de técnica de dobragem e encaixe. Terá capa e contracapa forradas e uma manga para fechar. Servirá para guardar o que não queremos perder e para anotar o que não podemos esquecer.
Testemunhos:
“Gostei muito e acho que estava muito bem organizado em termos de info e apoio à prática. Agradeço a Catarina a sua atenção.” Construção de um Caderno Desdobrável, 9Fev25
“Mais workshops deste género” Construção de um Caderno Desdobrável, 9Fev25
Em caso de desistência: Haverá lugar ao reembolso do valor total da inscrição quando a desistência for comunicada até 8 dias úteis antes da actividade. Depois dessa data, o reembolso só poderá ser considerado se o lugar for preenchido ou em situações de doença, acidente, ou outros imponderáveis de força maior, devidamente comprovados.
Caso a actividade não se realize por falta de participantes, ou por outro motivo, o valor da inscrição será devolvido na sua totalidade.
Para mais informações contactar servico.educativo@foriente.pt
Licenciada em Pintura com formação profissional em fotografia, trabalha como ilustradora e mediadora cultural, mas gosta de se apelidar de criativa, que de todos os materiais que chegam até si, todos os que pode cortar e colar, fazem de si o que é, alguém que gosta de pegar numa coisa e transformá-la noutra coisa qualquer. A sua relação com o papel mudou para sempre, com uma formação de Pop Up, modelos de dobragens em papel que, por tradição, estão dentro de um livro e que abrem quando queremos. Mas em que outros contextos estas dobragens funcionariam?” E com esta pergunta e com muitos erros, construiu mecanismos com roldanas e partes que abrem, como nos livros, mas de uma forma diferente. O atelier com crianças, tem sido o lugar por excelência, onde a experimentação do papel acontece, de uma forma mais livre e honesta. É pela mediação que leva estas formas de fazer a outros e na partilha, traz consigo novos olhares que se fundem na sua exploração pessoal.